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Materiais para se fazer um roteiro
Materiais para se fazer um roteiro: caneta de ponta porosa, cartolina, fita crepe; e tesoura sem ponta (em alguns casos serão necessários os direitos de adaptação de obra - pedir a um adulto responsável).
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Fim de semana na casa dos pais: “Mãe, vou voltar a morar com vocês!” e ela: “Ninho não tem volta, Laura. Ninho tem só porta de saída.” Sábio sabiá…
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Hoje, em Mariana: o trânsito parou pra uma fila de crianças passar.
Na esquina de cima um homem comentava: “que bonitinho, né, rapaz?” -
— São Paulo é ruim pr’sse…
— Pra ser?
— Procê.
Mas achei certo: São Paulo é ruim ‘pra ser’.(e é boa pra todo o resto)
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cara de turista
Cara de turista.
— Você fala português?
— Oi?
— Quer conhecer uma mina de ouro?
Ouro Preto.
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O menininho no metrô. Falou pra mãe: “Mãe! Risco de ferimentos graves e dor.” Olhei pra placa: “Risco de ferimentos graves”; embaixo “Caution. Automatic door.” Antropofagia pura!
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[Anteontem:] ouvindo Paulo Vanzolini “dou-lhe uma, dou-lhe duas, dou-lhe uma, dou-lhe duas, ai dou-lhe três punhalada”. Paulistano que é paulistano tem que saber usar os plural.
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Quando a cabeleireira elogiou o formato da minha cabeça, foi igual a quando eu tirei uma chapa e a médica disse: “seu pulmão é lindo!”: Não soube como agradecer.
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(sem se achar piegas) tomou as rédeas do próprio destino.
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O vizinho: veio aqui imprimir um mapa do Brasil pra escola. Fiz minha parte, pelo google imagens. Pegou a minha viola (violas tem 10 cordas). Tocou, tocou… Depois me olhou de rabo de olho: “tecnicamente violão tem seis cordas. Você sabe, né?”
Seguiu com o mapa do Brasil.